Tecnologia e Cultura Digital

A tecnologia não é neutra. Nunca foi. O que muda de época para época é a velocidade com que esquecemos isso.

Esta é a entrada pela frequência tecnológica. O jardim começa aqui com Lanfranco Aceti e a sua teoria da nuvem como arquivo psicótico - mas o território abre para questões sobre identidade digital, vigilância, poder corporativo e o desejo humano de se dissolver em algo maior.


O que existe aqui

A divisão do humano contemporâneo

O arquivo digital e o poder

O desejo de dissolução

O binarismo e os seus limites

Crítica política


MOCs relevantes no Campo


Perguntas abertas

  1. O preço da nuvem - os custos da existência digital (financeiros, temporais, laborais) são distribuídos de forma equitativa? Quem paga o quê, e para benefício de quem?

  2. Identidade como dado - quando o humano-nublado é redefinido pela interpretação corporativa de uma parte, que consequências tem para o humano-ancorado? Quem tem o direito de curar a identidade digital de outrem?

  3. A censura como estética - a censura algorítmica selectiva (mamilos sim, violência não) não é apenas política: é também uma posição estética sobre o corpo. Que corpo é este que a nuvem aceita?

  4. O irreprimível em perigo - se o arquivo digital pode ser afogado no trivial por algoritmos, o que acontece à memória coletiva? Quem decide o que persiste?


Notas por criar


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