Ecologia e Economia Política

A crise ecológica não resulta apenas de produzirmos demasiado. Resulta de termos perdido uma cultura da decomposição - material, económica e simbólica.

Esta é a entrada pela frequência da ecologia e da economia política. O jardim começa aqui com uma molécula - e abre para quatro pensadores que a sustentam: Latouche, Bataille, Baudrillard e Douglas.


O que existe aqui

A crítica do crescimento

A teoria do excesso

A crítica do consumo

A teoria do lixo

A síntese


Pontes com outros territórios


MOCs relevantes no Campo


Perguntas abertas

  1. A decomposição como prática - se a crise ecológica é uma crise de incapacidade de deixar desaparecer, o que seria uma política ou uma economia que cultivasse a decomposição? Que instituições precisaria?

  2. O consumo simbólico no digital - se a acumulação simbólica migrou para o digital (seguidores, dados, perfis), a crise ecológica dos objetos resolve-se ou desloca-se? Os servidores que guardam o humano-nublado também consomem energia.

  3. Bataille e o capitalismo verde - se o excesso tem de ser gasto, pode o capitalismo "verde" ser uma forma de gasto produtivo? Ou está estruturalmente comprometido com a acumulação?

  4. O lixo como categoria política - quem decide o que é lixo numa sociedade? As populações expulsas dos sistemas de classificação dominantes - como resistem a serem tratadas como "matéria fora do lugar"?


Notas por criar


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