Biologia

A biologia não é uma ciência sobre a vida. É uma ciência que a vida usa para se compreender - e o que descobre frequentemente desfaz o que a filosofia e as ciências sociais tinham dado como certo.

Esta é a entrada pela frequência biológica. O jardim começa aqui com Merlin Sheldrake e os fungos - mas o território abre para questões sobre indivíduo, agência, cognição e cooperação que nenhuma disciplina sozinha consegue esgotar.


O que existe aqui

O indivíduo e os seus limites

Cognição e inteligência

Cooperação, competição e redes

Agência e comportamento

Consciência e dissolução

Decomposição e transformação

Implicações para as ciências sociais e o conhecimento


MOCs relevantes no Campo


Perguntas abertas

  1. O indivíduo como ilusão útil - se os líquenes e os microbiomas mostram que a individualidade é uma fronteira provisória, porque é que a mantemos como unidade de análise? É conveniente metodologicamente? É ideológica? É inevitável?

  2. Cognição sem sujeito - se a inteligência pode ser distribuída sem centro, o que significa "compreender" ou "decidir" num sistema social? As instituições "pensam"?

  3. A política da decomposição - a cultura capitalista valoriza o crescimento, a acumulação, a solidez. Sheldrake reabilita a putrefação como necessidade vital. O que seria uma política ou uma economia que levasse isso a sério?

  4. Simbiose e exploração - a rede micorrízica mostra que mutualismo e parasitismo coexistem. O mesmo acontece nas relações sociais. Será a distinção cooperação/exploração analiticamente útil ou empiricamente falsa?


Notas por criar


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